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Reconheça suas fraquezas, mas não aceite-as !

terça-feira, julho 24, 2012

Eu gosto de tudo isso.


Aconteceu assim , sem querer, sem ser planejado, e principalmente sem saber que tudo isso poderia acontecer. Aconteceu! Eu gosto desse teu jeito, dessa tua forma de me tratar, de ‘brigar’ comigo e até mesmo de me xingar quando estou errada. Desse teu jeito de querer cuidar de mim, da tua mania de proteção. Eu gosto de tudo isso. Do teu sorriso, das tuas manhãs e manias, do teu cheiro, do teu abraço... do teu abraço apertado. Dos teus dengos, do teu amasso, teu chamego, teu perfume... eu gosto de tudo isso. E  gosto  por que me faz bem... te ter por perto sabe? Tu não imagina o quanto é gratificante acordar, olhar pro lado e ver que tu estás ali. É tão ruim quando a gente briga, fica naquele clima,e eu sei que muito é pelo meu orgulho... desculpa por ser assim, é engraçado eu pedir desculpas por algo que eu não vou fazer diferente, pois eu sou assim, mas tenha certeza que não é por opção. As tardes que passamos juntos, as noites, as brigas, os perdões,  os desentendimentos, os micos, as brincadeiras, a opinião diferente, o time de futebol diferente... ô, a rivalidade. Os momentos, os tapas, os apelidos... ‘Minha pequena’, será que tu faz ideia do efeito que isto tem sobre mim ? Tudo se torna tão especial. Talvez eu não seja a pessoa que tu imaginou, ou como tu imaginou, afinal, foi com o tempo que tu descobriu meus defeitos e eu sei que eles não são poucos. Sou sim, ‘’complicada’’, mais do que tu pensava, certo ? Certo! Quem sabe algumas atitudes minhas sejam consequência de relacionamentos anteriores, mas amor, isso não significa que eu sinta falta de algo que passou, acredite: eu  não sinto ! Se, por um acaso, isso tenha uma certa interferência, é por  decepções anteriores. Não estou te comparando á ninguém, pois tu meu amor,hoje, se torna único. Com teu jeito único! Não sei, mas parece que agora é diferente, alias, sempre parece não é mesmo ? Porém hoje, eu já não sou a mesma, e provavelmente daqui a algum tempo, serei diferente que agora. Também faço confusão em copo d’agua né amor? Se não for pedir muito eu queria que tu, ao menos tentasse entender que todo esse meu jeito é um medo muito grande de te perder. Eu não gosto quando a gente briga, ou quando tu não retorna minhas ligações. Não gosto quando a gente ta longe, mesmo estando perto, entende?Não gosto do cheiro do teu cigarro, por que sei que ele te faz mal... não gosto do teu time de futebol, nem dessa angustia que muitas vezes vejo em teus olhos... Eu gosto de ti, mesmo com tudo isso no meio. No começo eu não botava fé em ti, nem em mim, muito menos em nós. Não por um ou dois motivos, mas por inúmeros fatos passados, tanto da tua parte quando da minha. De outro alguém... de outros ‘alguéns’, confesso, que hoje, ainda tenho um pé atrás, sabe ? Aquele deita na cama sozinha e pensar ‘ será que ele sente falta dela’. Tantas coisas que eu já te disse sem pensar, tantas palavras no meio de uma briga... e aqui escrevo um monte de bobagem não é mesmo ? Ta clichê demais, ta meloso demais, e eu não gosto disso, mas é isso que estou sentindo. Eu fico boba com o teu jeito de me fazer sorrir, ou de me irritar ao mexer no meu cabelo, de estragar e ‘pintar’ minhas unhas, de lambuzar meu rosto com negrinho. O jeito de tu abrir o botão de minha calça, ou de deslizar a mão pelo meu corpo. Eu gosto disso. Tantas brigas e discussões, algumas lágrimas roladas, e muitas vezes palavras que machucam, no entanto, é engraçado, pois eu nem se quer penso em desistir de nós. Eu realmente quero que o ‘nós’ continue dando certo, mesmo que seja de um jeito errado, torto... mas é do nosso jeito, e isso basta! Por fim, quero que saiba que eu te amo, desse meu jeito todo errado, complicado e confuso. Eu te amo, quando a gente briga, quando estou nervosa demais e quando te xingo, acredite! Eu te amo meu lindo !

quinta-feira, maio 31, 2012

Uma certeza ...


Eu sou a guria mais complicada que tu pode imaginar, e meu bem, quando pensares que entende o que estou sentindo ou tentando dizer com palavras não ditas, veras que é exatamente ao contrário, é confuso. Sou uma confusão ambulante, eu sei, mas sabe, tanta coisa aconteceu antes da tua chegada, e muita coisa mudou depois dela.
Queria te dizer certas palavras, mas acho que ainda é um pouco cedo demais, talvez eu seja assim tão incompreensível pelas decepções anteriores, mas amor, por favor entenda que nada do que eu faço é com a intenção de te magoar, ou que isso seja culpa tua, pois não é. Sei que as vezes uso palavras erradas, e talvez severas demais... eu tenho medo, entende ? Medo de que tu faça como eles, medo que eu seja mais uma na tua lista[...]Meu bem, eu não quero um romance eterno, nada de ‘felizes para sempre’ e essa melancolia toda. Eu quero teu dengo num domingo chuvoso, um abraço inesperado... o teu abraço. Eu quero teu cheiro,teu beijo,  teu jeito, teu sorriso. Quero acorda do teu lado, e saber que isso, até agora vale a pena. Quero conversar contigo sobre nós e também sobre futebol, rir das tuas piadas sem graça e segurar tua mão quando uma briga começar. Eu quero teu olhar em direção ao meu. Sem ciúmes e desconfiança. Quero tua camisa como pijama, teu braço como proteção, tuas manhãs e manias. Eu quero ser tua pequena, e quero que tu seja meu, quero que tu queira ser meu. Sou exigente demais, eu sei. Mas acima de todos esses ‘querer’, eu quero uma certeza. Nada  de um ‘quase relacionamento’ ou um ‘meio amor’. É oito ou oitenta, tudo ou nada. Desculpa, eu sou assim, eu já era assim antes da tua chegada. Ah,  a tua chegada... eu lembro da primeira vez que a gente conversou. Acredite, eu ainda lembro do primeiro ‘’oi’’
Teu jeito de me irrita ao mexer no meu cabelo, ou ao criticar minhas ‘escolhas esportivas’, por que tudo isso me fascina ? Logo eu que nunca fui clichê, mas sabe, teu olhar é fascinante e eu vejo tantas coisas nele, talvez um pouco de incerteza, e isso, me corroí. Essa duvida, há algum tempo, vem me tirando o sono... tu me faz tão bem...
 ... Amor, por favor, me da uma certeza ?

sábado, março 03, 2012

Sem titulo

Cansada desse ilusionismo... Exausta. Não de hoje nem de ontem. Cansei de escrever sobre ti com uma tentativa falível de te convencer que podemos ‘’ser’’,  cansei de tentar mudar a nossa situação mal resolvida. Há muito tempo essa exaustidão já era pra ter chegado no ápice, no entanto, esse é o real momento que percebi : Somos sem jeito um para o outro. Hoje eu tenho convicção de nunca ficaremos juntos, que não realizaremos nossos sonhos, nem nossas promessas ou nossos desejos. Nunca fomos um do outro, nunca seremos – e meu ‘nunca’ tem um valor muito forte. Não fomos o suficiente. Nem eu pra ti ou tu para mim. Então, me resta uma palavra, um único verbo: Desisto. Dói tanto dizer tais palavras, as quais são completamente opostas que minha real vontade, entretanto, é preciso deixar tudo claro. Por muito tempo, eu te quis e quis te convencer que teu lugar era ao meu lado. Não era. Não é. Já não é mais necessário fingir sermos o que realmente não somos, pois nem todos os remendos que fazíamos foram suficientes para sermos.
Agora, se encerra as fantasias. A história é real. E não... Certamente eu não quero despejar a culpa desse meio-romance em ti, pois fomos nós quem erramos. Erramos quando acreditamos em nós, quando acreditamos que poderia dar certo. Erramos ao insistir com algo que talvez não fosse o que tu desejavas... Erramos, por achar que sempre estávamos certo. Erramos quando não fomos o que somos. E eu só te peço que entenda, você também errou. Erramos, erramos... E erramos, entretanto éramos tão cegos, por vezes patéticos que não aprendemos com tais erros.
Éramos Tão perdido um no  outro, que acabamos  criando uma certa ilusão de que nos achamos, nos defeitos e nas qualidades um do outro. Nos perdendo, nos achando. Como um  vai-vem. E assim fomos empurrando com a barriga, até que nos perdemos um no outro de novo e de novo. Nos perdemos tanto que acabamos não nos encontrando mais. Estou partindo, tentando por um ponto final nessa bagunça inconcordável, pois até então, o máximo que consigo são reticências. Como era de se esperar quem sai machucada, é a idiota aqui. A verdade é que tu nunca deste o mesmo valor que atribui a ti. E cá entre nós tu acha algo melhor. Quando você sofrer novamente, eu não estarei lá. Não de novo. Quero fazer coisas novas até que meu coração esteja todo preenchido de vazio, a ponto de não sobrar espaço para você. Para o teu amor.
Desculpe-me, mas de ti, não espero nem uma atitude se quer. A única coisa que realmente espero é que fique engasgado com esse seu orgulho doentio e indignante. Me desculpe, mesmo que eu não te deva perdões, até por que estou fazendo o correto, o certo,sensato. Indo em borá, te deixando com todas as justificativas possíveis, algo que há muito tempo deveria ter partido de ti, mas que com essa sua impetulância tu não fosses capas de fazer. 



 @Gaabi_inter

terça-feira, janeiro 24, 2012

Não quero

 Não tenho convicção de que posso dizer a mim mesma que gosto, ou que se quer sei viver sozinha. Que não irei iluir-me  e simplesmente seguirei meu percurso, sem dor. Não posso querer que ao acordar meus problemas, junto com a noite, vão em borá. Estaria sendo ridícula. Mas ao contrário do que pareça, nesse momento eu estou aqui, sozinha como de costume. O engraçado é algumas vezes sinto como se eu fosse á melhor companhia a mim mesma. Vez que outra é bom não ter ninguém para te questionar, sentar em um canto confortável e tomar uma xícara quente de café. Faz-me bem ter o meu momento, para pensar e refletir sobre minha trajetória. É uma sensação boa e ao mesmo tempo paranóica, quando paro e analiso a maneira com que o mundo segue o seu ‘giro perfeito’.
Agora eu deveria estar desesperada atrás daquele amor que idealizei como perfeito, tentando parecer visível há aquele alguém, ou somente, derramando algumas lágrimas. A diferença é que a menina ‘meiga’ que existia dentro de mim transformou-se em um alguém maduro. Ainda não sei ao certo quem sou, porém sei exatamente onde quero chegar. E talvez eu já não ache mais tanta ‘graça’ em relacionamentos passageiros, afinal, tantos são eles, que o coração acostuma-se com os ‘fim’. E em meio a essa maré de ‘querer ser forte’ , tento ocupar-me com qualquer outras coisas, para não querer remediar um relacionamento sem começo, ou até mesmo insistir em um lugar onde não há sentimentos.
Sabe, não quero que minhas palavras pareçam ser mais forte do que eu, que meus sentimentos me deixem o dia todo inquieta com pensamentos confusos, que minha dúvida me impeçam de tentar algo novo. Não quero que daqui alguns anos, eu ainda não tenha alcançado tudo, ou se quer, um pouco do que desejo conquistar. Não quero ser um exemplo de pessoa bem sucedida e resolvida, eu apenas quero encontrar à verdadeira eu. Não quero sempre parecer uma garota frágil perante o mundo vasto. Não quero sempre escrever sobre rompimentos amorosos, tentativas que não deram certo nem sobre decisões adiadas
 Não quero mais muitas coisas, que na verdade , eu nunca quis e mesmo assim vivenciei, pois achava que precisava –ou que era a maneira correta de caminhar. Não que o certo, o correto. Não quero mais fazer parte de um mundo, onde não há um encaixe para mim. Não quero mais mudar pela fútil opinião de uma sociedade hipócrita e mal informada. Não devia nunca ter feito parte  desse mundo paralelo, não preciso e não irei mais fazer parte disso. Daqui algum tempo, espero realmente, ter tornado-me mais forte,  a ponto de saber usar palavras corretas sobre linhas perfeitas. Espero que –daqui dois, três anos minhas palavras descrevam minha alegria, minha liberdade. Não quero nada de muito grande. Talvez eu queira ser nada, para dessa forma ser tudo o que desejo.

segunda-feira, janeiro 23, 2012

Obrigado Canalha


 Creio que minha cabeça se aquietou que tudo ficou mais nítido e o rastro que você deixou esta se apagando me fazendo acreditar que não irei mais sentir o gosto amargo do teu ilusionismo. Isto me alivia. Dois seres, dois corpos que naquele dia despencaram de um edifício mal construído, o qual estava preste a desmoronar. E desmoronou. Você foi aos poucos acumulando em mim medos e angustias, fez-me sega perante alguns acontecimentos... Eu me entreguei a ti e tive como recompensa, de aturar demônios. Você partiu, e eu sai por ai procurando restos da paz e da calma que você não só me roubou, como também, jogou fora.
Mas ao mesmo tempo em que eu te quero distante, sinto que deveria te agradecer. Irônico,porém é exatamente o que você leu. Saudar não por ter sido,  invencível,  maldoso, frio, calculista e egoísta comigo, não  por isso. Mas sim por ter me mostrado de uma forma torta, o quanto o mundo exige razão de cada um de nós, que na vida temos de agir com cautela. Sempre. Tenho que te agradecer por não ter se entregado a esse amor, a esse relacionamento que talvez eu tenha vivenciado sozinha, pois foi esse seu “se entregar pela metade” que me fez entender que o amor é muito mais que troca de carinhos. E apesar dos apesares, me fez não desistir dele. Acabou, de um maneira estranha e velos, compreensível ou não, mas acabou e como era de se imaginar, fui eu quem sai machucada. Ainda que incompleta, não destruída.
Se hoje sou capas de tomar atitudes que nunca havia tomado antes, se posso olhar para trás e criar forças para seguir em frente, devo isso a você. Se agora sou uma pessoa mais forte, e auto-confiante, foi por  todas as vezes que você me fez sofrer. Cada lágrima de dor que no ‘nosso’ tempo derramei, foram  filtradas e  transformadas em um motivo para buscar a  Minha verdadeira felicidade. Te devo isso também, pois da forma mais cruel tu me fizesse mais forte. Um pouco fria também. Se hoje eu posso me sentar em um canto confortável, com tempo e  maturidade para remodelar minha vida da forma que eu ache melhor, sem receios, medos e arrependimentos ,um pouco, devo isso a você. Hoje eu ainda olho suas fotos, vezes que outra, caem algumas lágrimas geladas, porém as mesmas que escorrem de meus olhos são as que congelaram meu coração.  As minhas feridas foram cicatrizadas, virando apenas algumas lembranças.
                                                  Obrigado canalha !